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Clandestino

Estado de euforia
Rir das nossas bobagens
É viajar no absurdo
Saber de todas as vontades.

Extremidade do sincero
Espero ser um tanto guardada
Como te guardo clandestino
Ao meio. Em tantos caminhos.

Uma brincadeira parece
Coisa faceira, esquece
Prever não é preciso
Nunca incerto, entristecido.

Peço desculpas, pouco nobre.
Não se manda em sentimentos.
Um amigo, o que desejar que me sobre.
Estando por perto, sendo a contento.

 


Cris Rangel

 

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